terça-feira, janeiro 09, 2007

Perseguidos pela não-Arte, os fotões circunscritos clareiam-se aguerridos de precipitação. Baralha-se o gesto sistémico, confuso por entre os naipes da fricção e do ouvido. Clareira intermitente, o espaço é também observação, eco, e surdina, principalmente surdina, transiente reduto com uma noção patética. Misto de solene (holofote no tecto de imaginação) com temível e silente (pedra e entulho do fundamental pilar amontoado), a demasia local, preâmbulo em recuperações recorrentes, imensamente intencionais, de haver entre as capas. Em contra-partida, os carris libertam-se da guinada por projecto baço, antigo e rasteiro, nada que a hora dos terramotos não abale científica. Curvas, as tragédias estudam o artifício romanceado de se serem, ruído na conversa-carruagem, fixo trilho alternado da pouca inventividade. Cede porém o flagelo do conformismo, sempre, à alusão camuflada de pombo-correio, à simpatia do concurso enquanto desfecho, e a sinceridade destina à Mulher todas as Mulheres a mensagem impossível de um sorriso. A Verdade aguarda que, não turvas de periferia, as águas da realidade reflictam a leitura respeitante, flutuando nela. Ondulações, a legislação harmoniza-se paciente num decreto convergente e derradeiro.